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	<title>Arquivo de Notícias - SINTAP Açores</title>
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		<title>Governo, patrões e UGT voltam a reunir sexta-feira para “pequenas afinações” na reforma da lei laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UGT diz que ainda está longe de um acordo, enquanto patrões avisam que é tempo de &#8220;assumir responsabilidades de forma clara&#8221;. Ministra também avisa que fim da negociação está por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10597" class="elementor elementor-10597" data-elementor-post-type="post">
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<p>UGT diz que ainda está longe de um acordo, enquanto patrões avisam que é tempo de &#8220;assumir responsabilidades de forma clara&#8221;. Ministra também avisa que fim da negociação está por dias.</p>

<p><br />O Governo, as quatro confederações empresariais e a UGT têm uma nova reunião marcada para esta sexta-feira, dia 17 de abril para “pequenas afinações” na negociação da reforma da lei do trabalho. À saída da plenária da Comissão Permanente da Concertação Social, a ministra da tutela, Maria do Rosário Palma Ramalho, reiterou que, de uma forma ou de outra, o processo será encerrado nos próximos dias.</p>

<p><br />“O Governo entende tem todas as condições para estar finalizado nos próximos dias e com um acordo, uma vez que estamos muito próximos“, sublinhou a governante, que explicou que “restam apenas pequenas afinações”, mas não quis identificar quais os pontos que ainda separam os parceiros sociais nesta conversação.</p>

<p><br />Aos jornalistas, Palma Ramalho explicou, ainda assim, que a proposta que foi distribuída esta tarde pelas quatro confederações empresariais e pela UGT não tem diferença alguma face à versão de 6 de abril, o que significa que ainda não deve refletir as duas contrapropostas entregues pela UGT na última reunião no Ministério do Trabalho, que são relativas ao banco de horas por acordo e à jornada contínua.</p>

<p><br />Já as confederações empresariais sinalizaram que a reunião de amanhã servirá para discutir apenas esses dois temas, considerando que os demais pontos do pacote de mudanças ao Código do Trabalho estão consensualizados e encerrados. Isto ainda que a UGT insista que há outras matérias além destas (como a contratação a prazo e o outsourcing) nas quais ainda é preciso haver aproximações.</p>

<p><br />“Agora, cada um tem de assumir as suas responsabilidades de forma clara. Já passámos a parte técnica. Neste momento, a questão é política“, atirou o presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros. “Estamos na fase final. É preciso que cada um assuma as suas responsabilidades“, insistiu o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, Álvaro Mendonça e Moura.</p>

<p><br />Já o presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro, fez questão de deixar quatro notas: que a proposta em cima da mesa não prevê qualquer artigo que liberalize os despedimentos, que o banco de horas por acordo não corresponde a trabalho gratuito, que não se limita o direito à greve e que não há um agravamento da precariedade, até porque a subida dos limites dos contratos a prazo, entretanto, caiu.</p>

<p><br />Do lado dos trabalhadores, o secretário-geral da UGT mostrou abertura para continuar o diálogo, mas deixou claro que entende que o acordo ainda está longe. Na próxima terça-feira, haverá reunião do secretariado executivo da UGT e, se “houver matérias novas”, Mário Mourão admite convocar, de forma extraordinária, o secretariado nacional, órgão que terá sempre de ratificar um eventual “sim” da UGT a um acordo na Concertação Social.</p>

<p><br />Porém, questionado sobre se acredita que é possível fechar este processo ainda em abril, o secretário-geral disse apenas “não sei” aos jornalistas.</p>

<p><br />Uma reunião antes da reunião formal?<br />A reunião da Comissão Permanente da Concertação Social estava marcada para as 15h, mas a CGTP só se juntou aos demais parceiros sociais já passava das 15h30. É que o Governo, as confederações empresariais e a UGT estiveram reunidos numa sala à parte, sem a participação da central sindical liderada por Tiago Oliveira.</p>

<p><br />“Hoje, assistimos a uma enorme falta de respeito, que tem pautado todo este processo”, considerou o secretário-geral da CGTP. “Até agora, ainda estamos à espera de uma justificação“, frisou Tiago Oliveira, que voltou a reivindicar a retirada na íntegra do pacote laboral.</p>

<p><br />Confrontado com esta situação — sobretudo, depois de ter dito que valoriza o facto de o processo ter voltado à Concertação Social, onde têm assento todos os parceiros sociais –, Mário Mourão garantiu que “não tinha ainda começa a reunião de CPCS“, tendo servido esse encontro para perceber se as confederações empresariais as confederações empresariais continuavam disponíveis para discutir.</p>

<p><br />Uma versão que contrasta com a resposta dos patrões, que disseram que o encontro à margem serviu para discutir as duas propostas entregues pela UGT no início desta semana. “Não é inédito e sempre houve reuniões laterais entre as entidades que estavam interessadas a trabalhar sobre a proposta do Governo”, defendeu o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).</p>

<p><br />Já a ministra do Trabalho esclareceu que “houve um pedido de que houvesse uma breve troca de impressões relativamente a dois pontos concretos”. “Não foi uma reunião, e muitos menos uma reunião paralela e informal“, afirmou.</p>

<p><br />Isabel Patrício &#8211; <a href="http://eco.sapo.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">eco.sapo.pt</a></p>
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		<title>FESAP &#8211; I Congresso Luso-Brasileiro de Relações de Trabalho e Modernização da Administração Pública (28 a 30 de abril)</title>
		<link>https://sintapazores.com/fesap-i-congresso-luso-brasileiro-de-relacoes-de-trabalho-e-modernizacao-da-administracao-publica-28-a-30-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 28 a 30 de abril, a FESAP, em parceira com a FONACATE, vai organizar, em Lisboa, o I Congresso Luso-Brasileiro de Relações de Trabalho e Modernização da Administração Pública. [&#8230;]</p>
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<p>De 28 a 30 de abril, a FESAP, em parceira com a FONACATE, vai organizar, em Lisboa, o I Congresso Luso-Brasileiro de Relações de Trabalho e Modernização da Administração Pública.</p>

<p><strong><br />Programação provisória</strong></p>

<p><strong>DIA 28 – Terça-Feira – Salão Nobre do Ministério das Finanças (Terreiro do Paço, Lisboa)</strong></p>

<p><strong><br />09h00 – Credenciamento</strong></p>

<p><strong><br />10h00 – Discursos Iniciais</strong></p>

<p>Joaquim Miranda Sarmento – Ministro de Estado e das Finanças</p>

<p>Rudinei Marques – Presidente do Fonacate</p>

<p>José Abraão – Secretário-Geral da Fesap</p>

<p><strong><br />11h00 – Palestras de Abertura</strong></p>

<p>Luísa Neto – Presidente do INA (Instituto Nacional de Administração): “<strong>INA: Presente e Futuro”</strong></p>

<p>Cláudia Reis Duarte – Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais: “<strong>Administração Tributária 3.0″</strong></p>

<p>Gonçalo Pires – Secretário de Estado Adjunto e da Justiça:<strong> “Justiça para o Futuro”</strong></p>

<p><strong>Moderador</strong>: Nuno Barroso (Presidente da APIT)</p>

<p><strong><br />12h30– Encerramento</strong></p>

<p><strong><br />DIA 29 – Quarta-Feira (Auditório da UGT – Lisboa, Portugal)</strong></p>

<p><strong><br />09h30 – Credenciamento</strong></p>

<p><strong><br />10h00 – Discursos de Abertura</strong></p>

<p>(BR) Rudinei Marques – Presidente do FONACATE</p>

<p>(PT) José Abraão – Secretário-Geral da FESAP</p>

<p>(PT) Mário Mourão – Secretário-Geral da UGT</p>

<p>(BR) José Lopez Feijóo – Secretário de Relações no Trabalho do Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)</p>

<p>(PT) Gonçalo Matias – Ministro Adjunto e da Reforma do Estado</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Ricardo Freitas (Vice-Secretário-Geral da FESAP)</p>

<p><strong><br />11h00 – Negociação Coletiva no Serviço Público – Desafios e Oportunidades no Brasil e em Portugal</strong></p>

<p>(PT) Marisa Garrido – Secretária de Estado da Administração Pública</p>

<p>(PT) Mário Mourão – Secretário-Geral da UGT</p>

<p>(BR) José Lopez Feijóo – Secretário de Relações no Trabalho</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Pedro Barreiros (Secretário-Geral da FNE)</p>

<p><strong><br />12h30 – Almoço</strong></p>

<p><strong><br />14h00 – Modelos de Recrutamento e Gestão de Pessoas, e Modernização Administrativa</strong></p>

<p>(BR) Jessika Moreira – Diretora Executiva do Movimento Pessoas à Frente</p>

<p>(PT) Damasceno Dias – Presidente da CRESAP (Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública)</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Janus Pablo Macedo(Presidente do ANFFA SINDICAL e Secretário-Geral do FONACATE)</p>

<p><strong><br />15h00 – Condições de Trabalho, Assédio, e Saúde Mental do Servidor Público – Tendências e Soluções</strong></p>

<p>(PT) Vanda Cruz – Secretária Executiva da UGT</p>

<p>(BR) Carol Sena – Presidente da Associação da Advocacia Trabalhista</p>

<p>(BR) Celina Coelho – Analista Judiciária e participante da Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio no Poder Judiciário</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Ivana Lima (Secretária-Geral do Conselho de Gestão Estratégica do Sinditamaraty)</p>

<p><strong><br />16h30 – O Futuro do Serviço Público – Carreiras, Direitos e Sustentabilidade do Estado</strong></p>

<p>(PT) Mariana Vieira da Silva – ex-Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Deputada à Assembleia da República</p>

<p>(BR) Rudi Cassel – Advogado especializado em Direito do Servidor Público</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Alison Sousa (Presidente do SINDILEGIS)</p>

<p><strong><br />17h30 – Encerramento do Dia</strong></p>

<p><strong><br />DIA 30 – Quinta-Feira (Auditório da UGT – Lisboa, Portugal)</strong></p>

<p> </p>
<p><strong>09h30 – Credenciamento</strong></p>

<p><strong><br />10h00 – Governança Estratégica de IA no Setor Público – Da Regulamentação à Implementação Prática e Colaboração Internacional</strong></p>

<p>(ES) Ana de la Herrán – Presidente da Associação de Inspetores da Fazenda de Espanha – IHE / Vogal da Junta Governativa da FEDECA</p>

<p>(PT) João Couvaneiro – Conselheiro do Conselho Nacional de Educação</p>

<p>(BR) Jorge da Ponte – Consultor do Banco de Portugal, ex-Presidente do IRN</p>

<p>(BR) Luana Tavares – Especialista em IA e cibersegurança, e CEO do Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC)</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Thales Freitas (Presidente do SindiReceita)</p>

<p><strong><br />11h30 – O Futuro é agora: como a IA vai transformar o Serviço Público?</strong></p>

<p>(PT) João Confraria – Universidade Católica, Lisboa</p>

<p>(BR) Pedro Frantz – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Maria Carmen Nepomuceno (Diretora da Unafisco Nacional)</p>

<p><strong><br />12h30 – Almoço</strong></p>

<p><strong><br />14h00 – O futuro das Relações de Trabalho e o crescimento da IA no Setor Público</strong></p>

<p>(PT) Paulo Pedroso (Docente Universitário/ISCTE)</p>

<p>(PT) Nuno Cerejeira Namora (Law Academy, Especialista em Direito Do Trabalho)</p>

<p>(BR) Vítor Maia (Auditor Federal, especialista em IA e PhD em Data Science)</p>

<p><strong>Moderador</strong>: Bob Machado (Presidente do SINAIT)</p>

<p><strong><br />15h30 – Leitura da Carta de Lisboa</strong></p>

<p><strong><br />16h00 – Intervenções Finais</strong></p>

<p>Luís Montenegro – Primeiro-ministro do Governo de Portugal <em>(a confirmar)</em></p>

<p>Rudinei Marques – Presidente do FONACATE</p>

<p>José Abraão – Secretário-Geral da FESAP</p>

<p><strong><br />17h00 – Encerramento do Congresso</strong></p>

<p><br />fesap.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Concertação Social</title>
		<link>https://sintapazores.com/concertacao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FESAP: &#8220;Se não houver avanços, a UGT manter-se-á unida na contestação&#8221; à reforma laboral   José Abraão acredita que encontro de concertação social pode ser sinal de abertura do Governo [&#8230;]</p>
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<p><strong>FESAP: &#8220;Se não houver avanços, a UGT manter-se-á unida na contestação&#8221; à reforma laboral</strong></p>
<p> </p>
<p>José Abraão acredita que encontro de concertação social pode ser sinal de abertura do Governo e acredita que negociações sobre a lei laboral podem continuar. Está otimista, mas defende que chumbo deve ser mantido na falta de avanços.</p>
<p> </p>
<p>O secretário-geral da FESAP — Federação de Sindicatos da Administração Pública &#8211; afirma que <strong>&#8220;se não houver avanços (sobre a lei laboral), a UGT manter-se-á unida na contestação à proposta&#8221;</strong> depois de já ter votado por unanimidade o chumbo da reforma laboral.</p>
<p> </p>
<p>Em declarações à <strong>Renascença</strong>, horas antes do encontro de Concertação Social desta quinta-feira convocado pelo Governo, José Abraão considera que a central sindical<strong> deve continuar a &#8220;privilegiar o diálogo e a negociação&#8221;</strong> sem &#8220;deitar a toalha ao chão&#8221;. O dirigente diz mesmo que os trabalhadores devem seguir nas negociações &#8220;até ao limite&#8221;, mas avisa que &#8220;o Governo também tem de fazer a sua parte&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Caso o Governo se mostre intransigente, o dirigente da FESAP — um dos filiados da UGT — não tem dúvidas de que a central sindical continuará &#8220;unida&#8221; por considerar que <strong>é &#8220;incompreensível e inaceitável se o Governo recuar na proposta&#8221;.</strong></p>
<p> </p>
<p>José Abraão acredita que a convocatória do Governo pode significar alguma abertura do lado do executivo. &#8220;Quero acreditar que o Governo e o senhor primeiro-ministro possam dar sinais de que a reunião de amanhã até nem seja a última e que isso contribua para aproximar posições&#8221;, diz.</p>
<p> </p>
<p>O secretário-geral da FESAP entende ainda, que mesmo sem acordo<strong>, a proposta a ser enviada para o parlamento deve incluir as alterações já negociadas em encontros anteriores.</strong></p>
<p> </p>
<p>Para o encontro desta quinta-feira, o Governo convocou todos os parceiros sociais. A ministra do Trabalho considerou &#8220;adequado&#8221; o momento escolhido e alertou que as negociações sobre a lei laboral &#8220;não se vão eternizar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>16 abr, 2026 • Filipa Ribeiro &#8211; rr.pt</p>
						</div>
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			</item>
		<item>
		<title>UGT prepara contraproposta com quase cem alterações à Lei Laboral</title>
		<link>https://sintapazores.com/ugt-prepara-contraproposta-com-quase-cem-alteracoes-a-lei-laboral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 11:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contraproposta deverá ser entregue ao Governo depois da segunda volta das Presidenciais, a 8 de fevereiro.   A UGT está a preparar uma contraproposta com quase cem alterações à Lei [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://sintapazores.com/ugt-prepara-contraproposta-com-quase-cem-alteracoes-a-lei-laboral/">UGT prepara contraproposta com quase cem alterações à Lei Laboral</a> aparece primeiro em <a href="https://sintapazores.com">SINTAP Açores</a>.</p>
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							<p></p>
<p>Contraproposta deverá ser entregue ao Governo depois da segunda volta das Presidenciais, a 8 de fevereiro.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>A UGT está a preparar uma contraproposta com quase cem alterações à Lei Laboral proposta pelo Governo.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p><a href="https://www.publico.pt/2026/01/30/economia/noticia/ugt-prepara-contraproposta-perto-100-alteracoes-pacote-laboral-governo-2162970" target="_blank" rel="noopener">Segundo o &#8220;Público&#8221;</a>, esta resposta da central deve ser apresentada aos sindicatos na próxima semana, para depois ser enviada à ministra do Trabalho. O Governo só deverá receber esta proposta já depois da segunda volta das Presidenciais, a 8 de fevereiro.</p>
<p></p>
<p>Dirigentes da UGT apontam ao jornal que a contraproposta inclui quer melhorias a propostas do Executivo, quer a remoção de outras e, ainda, novas medidas que não constavam antes no diploma.</p>
<p> </p>
<p>Do lado do Ministério do Trabalho, fonte oficial refere ao &#8220;Público&#8221; que aguarda às suas propostas para seguir com a negociação e equaciona a criação de um grupo de trabalho.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>Apesar de ter havido contactos entre os dois lados, a última reunião formal entre Governo e UGT foi a 16 de dezembro, cinco dias depois da greve geral que uniu esta central sindical e a CGTP nas ruas.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>A CGTP convocou para o sábado de 28 de fevereiro uma manifestação nacional contra o anteprojeto do Governo de revisão da legislação laboral e promete &#8220;dar continuidade à luta&#8221;, anunciou o secretário-geral da central sindical.</p>
<p></p>
<p>A &#8220;grande manifestação&#8221;, como já antecipou o secretário-geral Tiago Oliveira, acontecerá em dupla localização – em Lisboa e no Porto.</p>
<p></p>
<p>Além da manifestação, a CGTP irá também convocar outras ações, incluindo plenários e greves setoriais a partir de dia 9 do próximo mês, aproveitando para conseguir a “mobilização e esclarecimento” dos trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p>rr.pt &#8211; 30 jan, 2026 &#8211; 07:40 • João Malheiro</p>
<p></p>						</div>
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		<title>Aumentos na função pública devem ser pagos em fevereiro com retroativos</title>
		<link>https://sintapazores.com/aumentos-na-funcao-publica-devem-ser-pagos-em-fevereiro-com-retroativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 14:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intenção do Governo é formalizar os aumentos salariais no mesmo dia que a subida do subsídio de refeição, que vai passar para 6,15 euros.   Os aumentos salariais na função [&#8230;]</p>
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<p>Intenção do Governo é formalizar os aumentos salariais no mesmo dia que a subida do subsídio de refeição, que vai passar para 6,15 euros.</p>
<p> </p>
<p>Os aumentos salariais na função pública, previstos no acordo assinado esta quarta-feira pela Fesap e o STE com o Governo, deverão ser pagos em fevereiro, com retroativos a janeiro.</p>

<p> </p>
<p>O Acordo Plurianual 2026-2029 de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública prevê para este ano aumentos salariais de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros.</p>

<p> </p>
<p>Esta atualização salarial ainda não será refletida no processamento deste mês, que já foi fechado, pelo que apenas deverá ser efetuada em fevereiro, com retroativos a janeiro, segundo indicou fonte governamental à Lusa.</p>

<p> </p>
<p>A intenção do Governo é formalizar os aumentos salariais no mesmo dia que a subida do subsídio de refeição, que vai passar para 6,15 euros, estando previstas subidas de 15 cêntimos por ano até 2029.</p>

<p>O acordo assinado esta quarta-feira estende os compromissos assumidos em outubro de 2024 em termos de atualizações salariais, trazendo também novidades em matérias como o subsídio de refeição ou a revisão de algumas carreiras.</p>

<p> </p>
<p>cmjornal-pt</p>
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		<title>Sindicatos da Função Pública da UGT assinam acordo com o Governo</title>
		<link>https://sintapazores.com/sindicatos-da-funcao-publica-da-ugt-assinam-acordo-com-o-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fesap e STE assinam amanhã o novo acordo para a valorização dos trabalhadores do Estado. Pacto prevê aumentos salariais de 56,58 euros ou 2,15% e subida do subsídio de refeição [&#8230;]</p>
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<p><strong>Fesap e STE assinam amanhã o novo acordo para a valorização dos trabalhadores do Estado. Pacto prevê aumentos salariais de 56,58 euros ou 2,15% e subida do subsídio de refeição para 6,15 euros.</strong></p>

<p> </p>
<p>Os sindicatos da Função Pública afetos à UGT (Fesap e STE) assinam esta quarta-feira o acordo plurianual 2026-2029 de valorização dos trabalhadores da Administração Pública, na Residência Oficial do primeiro-ministro, às 11h30, avança o Governo em comunicado.</p>

<p> </p>
<p>O pacto prevê aumentos salariais para este ano de 56,58 euros para ordenados até cerca de 2.600 euros ou no mínimo 2,15% para vencimentos superiores e uma subida do subsídio de refeição de seis euros para 6,15 euros. Mais uma vez, a Frente Comum, afeta à CGTP, ficou de fora do acordo.</p>

<p> </p>
<p>Apesar de o Governo manter a proposta de atualização salarial para o horizonte 2026-2029, sendo que a partir de 2027 os aumentos anuais serão de 60,52 euros para vencimentos até cerca de 2.600 euros ou de 2,3% para ordenados superiores, o Executivo “<a href="https://eco.sapo.pt/2026/01/14/governo-avanca-com-revisao-das-carreiras-gerais-da-funcao-publica-em-2027/">acedeu a colocar no acordo uma cláusula de salvaguarda </a>tendo em vista a inflação no início de cada processo de negociação anual”, revelou o secretário-geral da Fesap (Federação de Sindicatos da Administração Pública), José Abraão, no final da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, que se realizou na semana passada. A estrutura sindical, afeta à UGT, vai subscrever o novo acordo, à semelhança de anos anteriores, tal como o STE (Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado).</p>

<p> </p>
<p>“O Governo também se comprometeu a rever as carreiras gerais em 2027, o que não estava previsto no anterior acordo”, frisou o dirigente sindical. E, este ano, deverá avançar já com a revisão dos conteúdos funcionais de cada carreira com vista à criação de carreiras específicas ou de incentivos, por exemplo, para os assistentes técnicos da saúde ou da educação”, acrescentou.</p>

<p> </p>
<p>Em relação ao acelerador de carreiras, que permite progredir com apenas seis pontos a quem tenha sofrido os dois períodos de congelamento (entre 2005 e 2007 e entre 2011 e 2017), o Executivo “afirmou que está disponível para introduzir medidas que melhorem a aplicação do mecanismo”, referiu. Neste momento, “o Governo está a aguardar pela conclusão da auditoria ao acelerador para avançar com melhorias”, sublinhou.</p>

<p> </p>
<p>Segundo a presidente do STE, Rosa Sousa, este mecanismo “não está a ser aplicado em todos os serviços”, dado que “muitos serviços entendem que só deve ser aplicado às carreiras gerais”, deixando de fora as carreiras especiais, pelo que o objetivo é que no acordo fique expresso “que se aplica a todos e não apenas às carreiras gerais”.</p>

<p> </p>
<p>Apesar de sublinhar que nada está “fechado”, dado que o Governo ainda vai enviar a proposta final, a presidente do STE refere que “há condições” para chegar a um entendimento, dado que, mesmo após esta reunião, o Governo se mostrou disponível a que o sindicato enviasse “novas propostas”. Por isso, a estrutura sindical, também afeta à UGT, vai assinar o acordo plurianual tal como a Fesap. Assim, e mais uma vez, só a Frente Comum fica de fora.</p>

<p> </p>
<p>O atual acordo, assinado em novembro de 2024 com duas das estruturas sindicais da Função Pública (a Fesap e Frente Sindical), prevê aumentos de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros para este ano.</p>

<p> </p>
<p>Na prática, isto significa que a base remuneratória da Administração Pública (vulgo salário mínimo do Estado) subirá dos atuais 878,41 euros para 934,99 euros em 2026.</p>

<p> </p>
<p>Já para 2027 e 2028, o acordo estabelece aumentos de 2,3%, com um mínimo de 60,52 euros. Além disso, o Governo propôs um aumento de 10% do valor de subsídio de refeição até 2029, de forma gradual nos anos de 2026, 2027, 2028 e 2029, tendo o secretário-geral da Fesap, após uma das reuniões de negociação, avançado que o Executivo sugeriu um aumento de “15 cêntimos” por dia “em cada ano até 2029”.</p>

<p> </p>
<p>A proposta apresentada aos sindicatos da Função Pública inclui outras matérias, como “a valorização do estatuto remuneratório de dirigentes, a inclusão de valorização de outras carreiras, a revisão do SIADAP, bem como as previstas no acordo em vigor: a revisão do regime de ajudas de custo e transporte, avaliação do impacto do acelerador de carreiras e a revisitação das carreiras gerais”, indicou o Ministério das Finanças em comunicado, em 17 de dezembro.</p>

<p> </p>
<p>Salomé Pinto &#8211; eco.sapo.pt</p>
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		<title>Fesap diz que Governo quer rever carreiras gerais em 2027 e admite subscrever acordo</title>
		<link>https://sintapazores.com/fesap-diz-que-governo-quer-rever-carreiras-gerais-em-2027-e-admite-subscrever-acordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 21:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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							<p>O secretário-geral da Fesap disse hoje que o Governo quer rever as carreiras gerais da Administração Pública em 2027 e manifestou-se disponível para subscrever o acordo, ainda que esteja a aguardar a proposta final.</p>
<p><br></p>
<p>No que toca à valorização das carreiras, “a novidade é que o Governo assume que vai rever as carreiras gerais” em 2027, afirmou José Abraão, à saída da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, em Lisboa, lembrando que o acordo atual já previa “o compromisso” de “discutir conteúdos funcionais”.</p><p><br></p>
<p>Deste modo, o objetivo “é continuar a trabalhar e trabalhar nos conteúdos funcionais, com vista a que em 2027 possamos ter revistas as carreiras gerais, que são o parente pobre da Administração Pública”.</p><p><br></p>
<p>Por outro lado, segundo José Abraão, o executivo “aceitou aquilo que era uma reivindicação da Fesap, que é alterar o acordo de carreiras gerais nº1, que era de 2009, para contemplar matérias que tenham a ver com a formação” ou com o teletrabalho.</p><p><br></p>
<p>“Estará também no texto que nos vão fazer chegar a negociação de instrumento de regulação coletiva de trabalho, como, por exemplo, o acordo que existe para os trabalhadores técnicos auxiliares de saúde”, destacou.</p><p><br></p>
<p>Segundo o secretário-geral da Fesap, a proposta de novo acordo do Governo traz também novidades relativamente ao ‘acelerador’ de carreiras, tendo em vista corrigir “as injustiças geradas”.</p><p><br></p>
<p>No que toca a matérias pecuniárias, a proposta de acordo do Governo apresentada nesta reunião não trouxe novidades face ao já noticiado, prevendo, nomeadamente, aumentos de 2,15%, com um mínimo de 56,58 euros para este ano, e um aumento do subsídio de refeição na função pública em 15 cêntimos (por dia) ao ano até 2029.</p><p><br></p>
<p>No que toca ao subsídio de alimentação, José Abraão admitiu que “é pouco”, mas realçou que “é um compromisso” que pode ser melhorado “até ao final da legislatura”. Nesse sentido, disse ter pedido ao Governo que contemple essa “salvaguarda” na proposta de acordo.</p><p><br></p>
<p>A Fesap disse ainda que vai guardar a proposta final que vai ser enviada pelo executivo, mas manifestou-se disponível para “avançar” com um “entendimento” caso o texto contemple as matérias acima mencionadas.</p><p><br></p>
<p>“Vamos avaliar o texto que nos enviarem”, vincou José Abraão, não excluindo avançar com um pedido de reunião suplementar, dado que “há sempre hipóteses de melhorar”.</p><p><br></p>
<p>“Uma vez que [tudo indica que] uma parte muito significativa das nossas propostas foi introduzida no texto, vamos aguardar para verificar”, sublinhou, referindo que não tem a certeza de que “será absolutamente necessário” avançar com esse pedido.</p><p><br></p>
<p>No âmbito deste processo negocial, o Governo já se mostrou disponível para avançar com uma extensão do acordo plurianual de valorização dos trabalhadores da Administração Pública atualmente em vigor, de modo a cobrir a atual legislatura, isto é, até 2029, propondo neste caso aumentos de 2,30%, com um mínimo de 60,52 euros.</p><p><br></p>
<p>A proposta apresentada aos sindicatos da função pública inclui outras matérias, como “a valorização do estatuto remuneratório de dirigentes, a inclusão de valorização de outras carreiras, a revisão do SIADAP, bem como as previstas no Acordo em vigor: a revisão do regime de ajudas de custo e transporte, avaliação do impacto do acelerador de carreiras e a revisitação das carreiras gerais”, indicou o Ministério das Finanças em comunicado, em 17 de dezembro.</p><p><br></p>
<p>In: <strong>Executive Digest com Lusa</strong></p>						</div>
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		<title>Subsídio de refeição dos trabalhadores do Estado deverá subir 15 cêntimos</title>
		<link>https://sintapazores.com/subsidio-de-refeicao-dos-trabalhadores-do-estado-devera-subir-15-centimos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 09:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo vai apresentar uma nova proposta para o aumento do subsídio de refeição, depois de ter proposto hoje uma subida de 15 cêntimos, adiantou a Federação de Sindicatos da [&#8230;]</p>
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							<h3><strong>O Governo vai apresentar uma nova proposta para o aumento do subsídio de refeição, depois de ter proposto hoje uma subida de 15 cêntimos, adiantou a Federação de Sindicatos da Administração Pública, que considerou o valor &#8220;manifestamente insuficiente&#8221;.</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O Governo propôs-nos (um aumento de) 15 cêntimos (por dia) em cada ano até 2029, que corresponde a cerca de um aumento de 10% até ao final da legislatura, para nós manifestamente insuficiente&#8221;, frisou à agência Lusa no final de uma reunião com a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>José Abraão acrescentou que o Governo vai enviar ainda hoje ou quinta-feira de manhã uma proposta, que será depois analisada pela Fesap para decidir &#8220;que posição tomar&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Apelamos ao Governo no sentido que vá um bocadinho mais além. Porque se é verdade que dissemos que 10 cêntimos não dava para um pão, os 15 cêntimos continuam a não chegar, como é óbvio&#8221;, apontou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sindicalista congratulou-se com o Governo ter &#8220;ouvido algumas das preocupações&#8221; da Fesap, que já tinha assinalado que não podia &#8220;aceitar mais um ano sem um aumento de subsídio de refeição&#8221;, após o último aumento em 2023 para os atuais seis euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública ficou também determinado começar até ao Natal o processo de negociação de revisão das carreiras de setores como, entre outros, a Polícia Municipal, fiscalização municipal, Segurança Social ou inspeções do estado, como a Autoridade das Condições de Trabalho ou da ASAE, adiantou José Abraão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Há a necessidade urgente de valorizar as carreiras gerais, isto é, dos assistentes técnicos, assistentes operacionais e técnicos superiores, generalistas, que são os parentes pobres da administração pública&#8221;, vincou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Fesap discutiu também com a tutela o aumento das ajudas de custo, recebendo garantias de que no novo texto &#8220;vai alterar os critérios de atribuição já no ano de 2026&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>José Abraão vincou também que, entretanto, é &#8220;preciso que também sejam aumentadas, porque há trabalhadores que, em muitos casos, têm de pagar para trabalhar&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Esperamos que o Governo apresente um conjunto de condições para que se possa ir um pouco mais além na dignificação e também contribuir para que se abandone esta política de baixos salários&#8221;, salientou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A negociação ocorreu no dia em que o Governo aprovou o aumento do salário mínimo nacional em 50 euros em 2026, de 870 para 920 euros (brutos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sindicalista congratulou-se com a subida, lembrando que está já consolidado que a base remuneratória da administração pública passará para cerca de 935 euros, 15 euros acima do salário mínimo nacional, uma &#8220;reivindicação da Fesap de há muito tempo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Sempre dissemos que não fazia sentido aplicar o salário mínimo na administração pública&#8221;, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>noticiasaominuto.com</p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
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		<title>UGT. &#8220;A greve é o começo de uma nova negociação ou o começo de uma longa luta&#8221;</title>
		<link>https://sintapazores.com/ugt-a-greve-e-o-comeco-de-uma-nova-negociacao-ou-o-comeco-de-uma-longa-luta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 17:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário Geral da UGT fez um balanço muito positivo da greve geral e deixa um aviso ao Governo: &#8220;pode torcer números, não pode é torcer a realidade&#8221;.   Mário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="10110" class="elementor elementor-10110" data-elementor-post-type="post">
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<p>O Secretário Geral da UGT fez um balanço muito positivo da greve geral e deixa um aviso ao Governo: &#8220;pode torcer números, não pode é torcer a realidade&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Mário Mourão começou a conferência de imprensa a dar apenas alguns exemplos do que se passou durante o dia de hoje: uma adesão de 80% na Carris, 100% no Metro e CP, e 70% nos TST.</p>
<p> </p>
<p>O líder da UGT salienta que o &#8220;Governo pode torcer números, não pode é torcer a realidade&#8221; lembrando que durante o dia estiveram fechados por todo o país tribunais,escolas, serviços públicos, balcões bancários.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Aquilo que esperamos é que o Governo respeite o que a sociedade lhe está a dizer&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Mário Mourão adianta que &#8220;os votos saídos das eleições e que não votaram nesta reforma não o legitima para tudo, quem trabalha em Portugal não querem este anteprojeto. Os milhões que abdicaram do seu salário não querem este anteprojeto e não podem ser desvalorizados e desrespeitados pelo Governo&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Para a UGT esta greve é &#8220;o começo de uma nova negociação ou o começo de uma longa luta provocada por uma proposta que já hoje está a trazer conflito social no seio das empresas&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Mário Mourão entende que &#8220;a greve geral está a ser uma resposta firme e inequívoca&#8221; e que agora &#8220;cabe ao Governo saber interpretar sinais de quem vive do seu trabalho e que rumo quer dar às pessoas e ao país&#8221;.</p>
<p> </p>
<p><strong>Após greve geral. Governo convoca UGT para reunião terça-feira</strong></p>
<p> </p>
<p>A ministra do Trabalho convocou esta sexta-feira a UGT para uma reunião na próxima terça-feira, dia 16 de dezembro.</p>
<p> </p>
<p>O Governo afirma que pretende continuar as negociações sobre o anteprojeto do executivo para a reforma da legislação laboral.<strong><br /></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>&#8220;Apesar da realização da greve geral que interrompeu o processo negocial que estava em curso, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social convocou hoje, um dia a seguir à greve geral, a UGT para uma reunião na próxima terça-feira, às 17h, para prosseguir as negociações&#8221;</strong>, revela a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, citada na nota do ministério enviada à agência Lusa.</p>
<p> </p>
<p>www.rtp.pt/noticias</p>
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		<p>O conteúdo <a href="https://sintapazores.com/ugt-a-greve-e-o-comeco-de-uma-nova-negociacao-ou-o-comeco-de-uma-longa-luta/">UGT. &#8220;A greve é o começo de uma nova negociação ou o começo de uma longa luta&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://sintapazores.com">SINTAP Açores</a>.</p>
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		<title>As duas centrais sindicais juntas em plenários sobre alterações à lei laboral</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 18:40:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As duas centrais sindicais juntas em plenários sobre alterações à lei laboral   “Secretários-gerais da CGTP e UGT, Tiago Oliveira e Mário Mourão, participarão nos plenários de trabalhadores da Autoeuropa [&#8230;]</p>
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							<p><strong>As duas centrais sindicais juntas em plenários sobre alterações à lei laboral</strong></p>
<p> </p>
<p>“Secretários-gerais da CGTP e UGT, Tiago Oliveira e Mário Mourão, participarão nos plenários de trabalhadores da Autoeuropa sobre as alterações ao Código do Trabalho. Encontro acontece a 2 e 3 de dezembro, semana anterior à greve geral</p>
<p> </p>
<p>Os secretários-gerais das centrais sindicais CGTP e UGT vão marcar presença nos plenários de trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa sobre as alterações à legislação laboral, marcados para 2 e 3 de dezembro, anunciaram esta quarta-feira as Comissões de Trabalhadores da empresa.</p>
<p> </p>
<p>Segundo um comunicado da coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa, os secretários-gerais da CGTP/IN, Tiago Oliveira, e da UGT, Mário Mourão, &#8220;decidiram aceitar a proposta e o convite da comissão coordenadora das comissões de trabalhadores para estarem presentes nesta iniciativa&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Perante o ataque a todos os trabalhadores com a proposta de alterações ao código de trabalho levada a cabo pelo Governo, não podem os trabalhadores deste complexo industrial estar indiferentes&#8221;, lê-se no comunicado.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;O momento e a ofensiva do Governo justificam esta união e a decisão em unirmos esforços dos trabalhadores deste parque industrial para combater este pacote laboral&#8221;, defende a Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, que apela a uma &#8220;forte resposta&#8221; dos trabalhadores na greve geral de 11 de dezembro.</p>
<p> </p>
<p>Na semana passada, a Comissão de Trabalhadores (CT) da fábrica da Volkswagen/Autoeuropa, principal empresa do parque industrial em Palmela, no distrito de Setúbal, também se solidarizou com a greve geral contra o pacote laboral proposto pelo Governo, que considerou ser &#8220;um ataque aos direitos dos trabalhadores&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Para a CT da Autoeuropa, &#8220;[a greve geral] é uma resposta necessária e justa ao pacote laboral que o Governo quer impor, e que representa um ataque frontal aos direitos conquistados durante décadas&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>No comunicado, a CT da Autoeuropa alertava também para alguns aspetos negativos das alterações propostas pelo Governo no novo pacote laboral, designadamente a facilitação dos despedimentos, aumento da precariedade, aumento da desregulação dos horários e maior exploração do trabalho por turnos e fins de semana.</p>
<p> </p>
<p>O alargamento dos serviços mínimos, esvaziando o direito à greve, a possibilidade de &#8216;compra&#8217; de férias, redução de direitos parentais e a facilitação do recurso das empresas ao &#8216;outsourcing&#8217; são outros aspetos da proposta do Governo de alteração das leis laborais que a CT da Autoeuropa considera serem um ataque aos direitos dos trabalhadores.</p>
<p> </p>
<p>A CGTP e a UGT anunciaram uma greve geral para 11 de dezembro contra a proposta do Governo de revisão da lei laboral, naquela que será a primeira paralisação conjunta desde junho de 2013, quando Portugal estava sob intervenção da &#8216;troika&#8217;.”</p>
<p> </p>
<p>expresso.pt</p>						</div>
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